Evolução das concepções e aprendizagens: Postagem 05

Evolução das concepções e aprendizagens: Postagem 05




Que sou fã das tecnologias não é novidade para ninguém, minha especialização é nesta área e sempre gostei muito. Nesta postagem de 12 de julho de 2016 eu dava sugestões de jogos para trabalhar com os estudantes do fundamental.
Naquele momento eu pensava que meu estágio seria daquele jeito, utilizando apenas aqueles recursos e achava o máximo.
Acontece que com o passar do tempo e das aprendizagens eu fui conhecendo novas possibilidades de trabalho, como o próprio PBWORKS e o Evernote, e quando vi que poderia utilizar muito mais do que aqueles jogos simples percebi o quanto cresci, inclusive na área que eu julgava dominar.
Isso só comprova o que já dizia Freire, que estamos em constante aprender, aprendemos com o outro e na interação e isso ficou claro, quando após as aulas com o professor Novak descobri tantas outras possibilidades tecnológicas, ao mesmo tempo com a professora Aline Hernandes os projetos de aprendizagem ampliaram minha visão e como dizia Pessoa (1982):
              Tenho uma espécie de dever de sonhar sempre, pois, não sendo mais, nem querendo ser mais, que um espectador de mim mesmo, tenho que ter o melhor espetáculo que posso. Assim me construo a ouro e sedas, em salas supostas, palco falso, cenário antigo, sonho criado entre jogos de luzes brandas e músicas invisíveis.

Pois, como sempre quero mais, consegui mais, pensava que a graduação no PEAD não traria nada além no que diz respeito às tecnologias e vi o quanto estava errada, o quanto me reconstruí e cresci.

Referência:
Bernardo Soares PESSOA, F. Livro do Desassossego, por Bernardo Soares. São Paulo: Montecristo, 2012.


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Evolução das concepções e aprendizagens: Postagem 04

Evolução das concepções e aprendizagens: Postagem 04



Ainda buscando evoluções de minhas concepções e aprendizagens ao longo de minhas postagens encontrei essa que intitulei “A Matemática Descomplicada é possível?” e percebi que sou perfeitamente capaz de responder a esta pergunta agora, ao final do oitavo semestre. SIM, a matemática descomplicada é possível e me encantei pela disciplina ao me deparar com ela durante o estágio. Eu teria de enfrenta-la e acabei por decidir que eu faria diferente de tudo que fizeram comigo, não reproduziria aquele medo absurdo, tornaria a matemática prazerosa, faria com que as crianças conhecessem e aprendessem conceitos e significados sem pensar que estavam aprendendo, apenas fazendo e aqui m pouco do que foi feito:















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Evolução das concepções e aprendizagens: Postagem 03

Evolução das concepções e aprendizagens: Postagem 03



Ao reler a postagem feita em 12 de abril de 2016 em que falava da importância do ato de brincar tive certeza de que levei aprendizagens da graduação para a sala de aula, em especial no período de estágio, que foi quando atuei realmente como pedagoga.

Naquele momento eu refletia sobre o quanto o direito ao brincar estava sendo cerceado e o quanto ele deveria ser retomado, pois poderia trazer aprendizagens significativas de fato. Citei exemplos como aprender a fantasiar, a trocar, a esperar a vez, a ser crítica, a criar e respeitar regras e também convocava para que permitíssemos esse direito em nossas aulas.


Durante meu estágio apliquei isso, trabalhei com o brincar de diversas maneiras, jogos de tabuleiros, esculturas em argila, máscaras de gesso e foi então que vi, saindo da teoria, a prática se comprovando. Eles aprenderam novos conceitos, ressignificaram outros, mantiveram questionamentos para busca posterior e tudo isso em meio ao brincar. 

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Evolução das concepções e aprendizagens: Postagem 02

Evolução das concepções e aprendizagens: Postagem 02





Ao falar sobre “Escolarização, espaço e tempo na perspectiva histórica” no dia 06 de Setembro de 2015 eu jamais imaginaria que o estudo da história da escolarização seria tão importante hoje, dia 05 de fevereiro de 2019. O que vi naquela reflexão foi:
Religiosa X Laica
Pública X Privada
Rural X Urbana
Ens. Técnico X Ens. Superior

E, infelizmente o que estamos vendo hoje, na educação em nível nacional é justamente o retrocesso, voltar a esta questão da escola religiosa, ao ensino público classicista, ao fim das escolas rurais (MST) e à priorização do ensino técnico. Tempos sombrios, que fico imaginando se, daqui há 40 anos estarão novamente os estudantes relembrando.

Destaquei, na época, os aspectos da boa formação:

Reflexão;
Teoria não vazia;
Sujeitos do conhecimento;
Não transferir conhecimentos;
Saberes qualitativos;
Pesquisa, criticidade, ética, estética, identidade, reconhecimento.

E hoje, o que temos? Um secretário de alfabetização que quer o retorno do método fônico, um presidente que quer ver as provas do Enem antes, teorias vazias, sujeitos sem conhecimento, transmissão de ideias, saberes quantitativos sendo colocados como os realmente importantes. Que tempos são esses? Quando digo que o PEAD me encheu de argumentos e motivações para permanecer nesta difícil luta, aqui está um exemplo. Conhecer a história da educação me auxiliará no intuito de não permitir que ela se repita ao inverso, que o retrocesso simplesmente aconteça.

Finalizei aquela postagem com algo que ainda acredito “...o que somos sem nossas memórias (?), enfim, percebi que devemos valorizar as aprendizagens diárias, os momentos, as escolhas, aquilo que realmente tem importância para nós.”


E continuo escolhendo ser educadora de verdade, de todos e todas, para todos e todas e fazer a diferença neste país que quer retomar uma história difícil da educação, que trouxe tanta desigualdade, tanta exclusão e que deslegitimou outras formas de socialização, porque essa escola assumiu para si a responsabilidade do ser social. Então, sejamos sociedade, cidadãos e cidadãs para além dos limites da escola.


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Evolução das concepções e aprendizagens: Postagem 01

Todas as impressões



A primeira revisita que faço é justamente à minha primeira postagem, linkada aqui. Nela eu escrevi sobre minhas primeiras impressões, a minha felicidade e ansiedade por ter entrado na melhor universidade do país e sobre meus medos as perguntas eram: Como será? Eu darei conta? Será que deveria estar aqui?

Bom, vou tentar responder passado tanto tempo daquele 27/08/2015. Foi maravilhoso, uma experiência riquíssima que trouxe muitas aprendizagens, muitas reflexões, muita inovação, uma experiência transformadora e não só profissionalmente, mas pessoalmente. Sobre dar conta, bem, ainda corro muito contra o tempo, mas sei que consegui chegar até aqui, sei que cumpri as exigências, no meu tempo, do meu jeito, mas o mais importante, de forma completa, lendo TODOS os textos, assistindo TODOS os vídeos e o mais importante, aprendendo mesmo, sem crtl v crtl c, com a certeza de que tive os melhores professores e tutores do mundo!


Será que deveria estar aqui? Essa pergunta eu creio que minha espiritualidade me ajuda a responder... Nada é por acaso e estar na UFRGS me trouxe uma força incrível. Sou militante da educação, sou uma lutadora e em especial nos últimos tempos tem sido muito difícil lutar, militar por esta causa. Mas as aprendizagens do PEAD me encheram de argumentos, de motivações que possibilitaram que eu continue lutando por uma educação de qualidade, para todos e todas... Serei eternamente grata a esta oportunidade dada pela vida e a recompensa não é o tão desejado canudo, ela já está em mim, no que eu me transformei... 

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Não autoria - dificuldade, comodismo da vida moderna ou pequena corrupção?

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Não autoria - dificuldade, comodismo da vida moderna ou pequena corrupção?


Tenho refletido muito sobre esta temática e resolvi escrever movida pela minha indignação, que espero não perder nunca. Nestes 7 semestres completos de faculdade aprendemos muito, discutimos, refletimos e fomos incansavelmente cobradas (felizmente) por nossos professores e tutores em relação à autoria. Mas o que ainda vejo? Pessoas que simplesmente COPIAM E COLAM textos que não são seus e se apropriam das palavras de outras pessoas. Então fico pensando se estamos falando de pessoas com dificuldade na escrita ou pessoas acomodadas com a facilidade das teclas crtl c + crtl v e que se acham espertas ao fazer isso? Falamos tanto que somos contra a corrupção, que os políticos que são corruptos têm que pagar, mas e as pequenas corrupções? Isso não é uma pequena corrupção? Assim se torna fácil concluir todas as atividades em dia, finalizar com folga um semestre que muitas vezes é como uma montanha para quem realmente está estudando.
Quando temos de ler um, dois, três textos, assistir a vários vídeos, certamente nossos professores se preocupam e nos proporcionam os mesmos para que com esses materiais possamos construir nossa aprendizagem, possamos melhorar nossas escritas, possamos crescer, mas e quem copia e cola cresce? Aprende? Ou terá apenas mais um diploma e nenhum conhecimento revisto?
Fico triste ao encontrar no oitavo semestre professoras que estão se "despreparando", que estão se distanciando da real aprendizagem, que se prejudicam porque no fundo irão prejudicar muitas crianças, com a ideia de um falso conhecimento já que na sala de aula não conseguirão dar um crtl v no cérebro, pois a cola não fica guardada, não se torna aprendizagem. 

Lamento e não faço questão nenhuma de ser simpática com o erro, com o corrupto, seja o de Brasília ou o que está na mesma sala de aula que eu. 


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O outro mundo possível mais perto do que imaginamos

O outro mundo possível mais perto do que imaginamos




Sempre pensei que a escola da Ponte fosse o tal "outro mundo possível" dentro da educação, mas também pensava que estava distante demais, outro país, outra realidade sócio-econômica, outra cultura. Sonhava, mas apenas isso... 

Ao estudar a Pedagogia pela UFRGS comecei a perceber que este outro mundo possível estava mais perto do que eu imaginava e as mudanças em minha prática pedagógica foram o "engatinhar" para isso. 

Na disciplina de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação fomos instigadas a conhecer alguns projetos e avaliá-los. O que logo me chamou atenção foi o Projeto UCA porque já o conhecia e quando estava na Secretaria de Educação no departamento de projetos conseguimos viabilizar a entrega de 100 computadores do projeto, porém a gestão seguinte não deu importância e o projeto foi perdido, devido ao não envio de documentos. Ao ler sobre o projeto colocado fui direcionada para o Amora e foi como se uma cortina se desvelasse... Eu devorei cada página e link do projeto e tive a certeza de que a ponte para a escola dos sonhos não está em Portugal apenas, mas ali, aos nossos olhos, próximo de nossas realidades. 

Sempre se falava em teorias de aprendizagem significativa, mas o que vi foi a realização, a prática e fiquei encantada, sonhando em fazer em Arroio do Sal, no meu quinto ano um braço desta ponte, abriu muito as possibilidades e o que ficou foi o desejo de conhecer pessoalmente esta prática. 

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A vivência da EJA e a relação com os aprendizados atuais

A vivência da EJA e a relação com os aprendizados atuais


Nossa última aula de Educação de Jovens e Adultos foi riquíssima, pois tivemos a oportunidade de muitas trocas, mediadas pelo professor Evandro. Ao ouvir o relato das colegas sobre os diferentes sujeitos envolvidos na EJA, alunos, professores, ex-alunos e possíveis alunos minhas lembranças dos anos vividos na EJA afloraram e com elas vieram muitas auto-avaliações.

Trabalhei 8 anos com EJA, séries finais do Ensino Fundamental, Língua Inglesa. Lembrei de minhas primeiras aulas, onde eu, sem a menor noção de quem seriam meus alunos preparei uma aula como se fosse para crianças do fundamental. Resultado? Tive que descartar meu planejamento e improvisar, pois ali, na minha frente eu tinha pessoas da idade de meus pais, não poderia tratá-los como os meus alunos do diurno. Logo, todos os professores estavam com as mesmas dúvidas e angústias e então optamos por estudar, uma vez por semana sobre essas pessoas que contavam conosco para ter seu direito à educação garantidos. 

O grupo de estudos foi enriquecedor e nele fui apresentada à Paulo freire, pude compreender como o adulto aprende melhor e minhas aulas se transformaram junto comigo, que passei a ver com outro olhar e respeitar muito mais aquelas pessoas.

Lembro que passei a pensar nas aulas de acordo com as vivências deles, estudamos, por exemplo, os controles remotos e suas teclas em Inglês, eles acharam o máximo descobrir o que significavam aquelas letras, estudamos as cores em Inglês através do conhecimento das obras de Romero Britto que estava apenas surgindo como pintor aqui no Brasil. Releituras, interdisciplinaridade eram constantes, eu adorava trabalhar nesta modalidade. Haviam os jovens, aqueles que "ninguém queria nas escolas diurnas" e NUNCA tive nenhum problemas com eles porque eu já acreditava na pedagogia do afeto como aliada para possibilitar a construção do conhecimento e tratava a eles como cidadãos que eram, sem rótulos, sem medos, apenas como pessoas, que a vida e a sociedade já marginalizavam o suficiente, então ali eram meus "bebês" como chamava carinhosamente.

Enfim, com as memórias afloradas, retomei também dos meus fracassos pedagógicos, como quando eu não soube ajudar uma aluna com muitas dificuldades na minha disciplina e que acabou desistindo... carrego comigo esta culpa até hoje. 

Ao ouvir os relatos, fazer nossa entrevista e refletir percebi o quanto o papel do professor é fundamental nesta modalidade, o quanto somos decisivos na permanência destes sujeitos na EJA. Hoje, com a maturidade, as aprendizagens que o curso trouxe e principalmente a consciência do inacabamento percebo o quanto eu poderia contribuir novamente na EJA e espero, futuramente ter oportunidade de trabalhar nesta modalidade. 

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A preocupação com nossos jovens, que caminhos seguir? Como tratar questões como respeito à orientação sexual, depressão e suicídio?

A preocupação com nossos jovens, que caminhos seguir? Como tratar questões como respeito à orientação sexual, depressão e suicídio?



Este é um assunto que tem tirado meu foco da graduação e até mesmo das pessoas mais próximas a mim... Preciso desabafar. Estou vivendo uma situação difícil, angustiante. Tenho um aluno de nono ano passando por problemas sérios de depressão, relacionados à dificuldade em lidar com sua orientação sexual, a paixão não correspondida por um colega de turma, o bullying sofrido...

Muitas noites sou tirada de meus afazeres em casa, de meus estudos e de meus filhos para ficar até a madrugada conversando com ele via whatspp, tentando ajudá-lo, com medo de, se eu desligar ele fazer uma bobagem. Não consigo desligar da situação dele, é como se fosse com meu filho.

Consegui, com auxílio da orientação da escola encaminhamento psicológico e psiquiátrico. O médico sugeriu internação, pois a ameaça de suicídio é real, mas a família "achou melhor " tratá-lo em casa. 

Minha pergunta é: como nos manter bem? Como ter suporte psicológico para lidar com situações como essa? Onde nos sentimos responsáveis para além dos conhecimentos, mas pela vida de alguém?? 

A Faculdade não nos prepara para isso, cada vez mais estamos acolhendo afetivamente nossos alunos, pois cada vez mais as famílias os estão deixando para nós. Que caminho seguir? Que decisão tomar?

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Planejamento como ação, não como mecânica reação.

Planejamento como ação, não como mecânica reação.





Planejar não pode ser mais visto como uma reação mecânica, o preenchimento de fichas ou cadernos, com verbos bonitos utilizados no infinitivo mas com a finitude de estar guardado em alguma pasta ou gaveta. O educador precisa ver a ação de planejar como um momento valioso, rico em significados e repleto de sua concepção pedagógica, ele deve ser o norte de seu trabalho, a bússola de sua prática.                                   

"Enquanto dispensávamos tempo em sala de aula, pensando exclusivamente no "como",deixando os planos exemplares em suas for­mas, pouco ou nada questionávamos sobre a "quem servíamos e para que e para quem" pensávamos em tais ações." RODRIGUES (2001).

Minha trajetória acabou me ensinando com os erros a planejar de forma correta, pois, infelizmente, não posso dizer que aprendi a fazer um planejamento na minha primeira graduação. No início de minha carreira (1998) ia para a sala de aula sem nada escrito, confiando naquilo que eu tinha aprendido sobre o conteúdo, no que eu devia "passar" a meus alunos. Hoje, não consigo ficar sem fazer o planejamento de todas as minhas 15 turmas. Preciso ter por escrito o que eu pretendo, como pretendo atingir, anoto as escolhas e observações dos meus alunos e alunas, percebo os momentos em que preciso retroceder ou mudar algo. O meu plano de trabalho anual está colado ao lado de cada página introdutória da turma, no meu diário, pois estou sendo recorrendo a ele, nunca o deixo guardado. 

Conforme nos trouxe Rays (2000), é preciso conhecer a realidade da escola, dos alunos, da comunidade, a cultura local, não adianta copiar planejamentos prontos de livros didáticos produzidos em grandes centros e distantes da realidade local. Objetivos claros, o que realmente queremos, em quê nossa proposta vai de fato auxiliar o estudante, procedimentos que deem resultados, que levem aos objetivos devem ser pensados no planejamento, e a avaliação, esta é fundamental, ela deve ser feita em todo o processo e não apenas ao final, pois durante a construção do conhecimento é a avaliação que nos permite observar se os objetivos traçados de início estão sendo alcançados. 

Respeitar os interesses dos educandos, o que eles trazem em sua bagagem cultural, seus anseios, angústias, dúvidas e curiosidades, permitir que explanem seus pensamentos, essa deve ser a proposta de um bom planejamento.

Gostei muito da disciplina de Didática, foi enriquecedora, reflexiva, encorajadora. Tenho tentado praticar todas as novas aprendizagens.



RAYS . Planejamento de ensino: um ato político-pedagógico. In: Oswaldo Alonso Rays. (Org.). Leituras da Educação. 1ed.Santa Maria: Editora Pallotti, 2000, v. 1, p. 167-186.






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